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Guerra, Estratégia e Armas



Domingo, 16.04.17

Os Mísseis do Neto do Fundador da Coreia do Norte Falham Todos

 

 

As "geringonças" do "puto" da Coreia do Norte não acertam uma. Quando o Trampas quiser lança lá umas "mães" e dá cabo de toda aquela lata.

O "puto" fica a chorar com os seus "brinquedos" da lata todos estragados.

Fazer uma bomba atómica ou de hidrogénio de grande tamanho e enterrá-la a mil metros de profundidade para a fazer explodir é fácil.

Efetivamente, em dois dias seguidos, dois mísseis experimentais lançados pela Coreia do Norte falharam o seu alvo. O primeiro explodiu depois de voar 500 km e o segundo explodiu logo à partida.

O mais difícil é fazer uma bomba suficientemente pequena para ser colocada numa ogiva de um míssil e quanto menor for o poder explosivo de uma bomba nuclear mais difícil é fabricá-la.

Assim, sabe-se desde há uns tempos que só um pequena parte (uns 10%) do material cindível das bombas Hiroshima e Nagasaki é que explodiram porque levavam 600 kg de matéria cindível sem que os explosivos convencionais tivesse tido o poder para comprimir as duas meias massas críticas o suficiente para provocar a fissão nuclear ou seja, a desintegração rápida de todos os núcleos pela ação dos neutrões libertados da primeira parte do material constituído por Urânio enriquecido com o isótopo U-235 na primeira e Plutónio 238 na segunda.

Isto porque os detonadores não atuam todos com menos de milisegundos de intervalo. Mas, desde que consigam detonadores tão perfeito para detonarem rigorosamente ao mesmo tempo, uma pequena quantidade de material cíndível liberta toda a energia do núcleo atómico de acordo com a célebre fórmula de Einstein E=mC^2; a a energia é igual à massa do núcleo vezes o quadrado da velocidade da luz e os físicos chamam-lhe força fraca,.

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Nas bombas de hidrogénio há 3 detonações, a do explosivo convencional que provoca a fissão de uma bomba atómica urânico, a qual, por sua vez, comprime um núcleo de dois isótopos de hidrogénio, deutério e trítio, os quais se fundem provocando uma explosão colossal.

Mas, na Bomba B 61 americana, há a explosão de miligramas de isótopos de hidrogénio que explodem a menos de 5% da bomba de Hiroshima até uns gramas mais que chegam a mais de 100 vezes o poder da referida primeira bomba.

As de mais fraca potência são mais perigosas porque podem ser utilizadas numa frente de batalha sem afetar o lado atacante e com poucos danos colaterais ou destruir bases aéreas, silos de mísseis, fábricas de material nuclear, etc. e até podem ser lançadas de um canhão sem recuo instalado num Jeep.

 

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por DD às 17:14



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