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Guerra, Estratégia e Armas



Quarta-feira, 27.04.16

ISRAEL INVENCÍVEL PARA O DAESH

O Exército que o Daesh mais teme é o Israelita e sabem que nunca o poderão derrotar, porque Israel possui mais de 200 bombas atómicas com as mais diversas potências e, além disso, no combate convencional com blindados ou infantaria têm as melhores armas do Mundo e um espírito e educação para nunca serem derrotados

Os militares e o povo israelita jurou que nunca mais serão levados para câmaras de gás e campos de concentração com ou sem ameaça nuclear do Irão. A marinha israelita possui submarinos semelhantes aos portugueses armados com mísseis lançadores de ogivas nucleares permanentemente a navegarem no Oceano Índico, pelo que qualquer nuclear contra Israel terá uma resposta de segundos contra o atacante.

Do Económico:

O repórter alemão Jürgen Todenhöfer, o único jornalista ocidental que teve permissão para entrar em território controlado pelo grupo terrorista, passou 10 dias atrás das linhas inimigas no Iraque e na Síria com o Estado Islâmico (EI), entrevistou vários militantes e relatou que o grupo terrorista só teme o poderio militar de um exército: o de Israel.

Numa entrevista ao jornal “Jewish News”, o ex-membro do parlamento alemão e autor de “Os meus 10 dias no Estado Islâmico” afirma que Israel não está incluído na primeira fase da colonização no Médio Oriente. “O único país que o Estado Islâmico teme é Israel”, explicou Todenhӧfer.“Disseram-me que o exército israelita é demasiados forte para eles”.

Todenhӧfer alegou que faz parte da tática do EI atrair tropas ocidentais no solo e capturar soldados americanos e britânicos. “Eles pensam que podem derrotar as tropas terrestres americanas e britânicas que, segundo eles, não têm qualquer experiência em combates de guerrilha ou estratégias terroristas. Mas sabem que os israelitas são muito fortes quando lutam contra terroristas”.

Os soldados jihadistas olham para os israelitas como o único exército que pode oferecer uma ameaça concreta aos seus projetos expansionistas. O jornalista argumenta que o grupo terrorista também entende Israel como uma nação que poderia ser capaz de enfrentar uma guerra de guerrilhas, pelas experiências da nação nos confrontos com o Hamas, o Hezbollah e o Fatah, muitas vezes em territórios urbanos, e com a necessidade de destruição de redes de túneis secretos construídos pelos extremistas islâmicos para a movimentação de tropas e o transporte de armas.

O jornalista acredita que o Estado Islâmico esteja a preparar “a maior limpeza étnico-religiosa da História”, especificamente contra judeus, cristãos e muçulmanos de orientação diferente da dos sunitas. “Enquanto os terroristas do ISIS podem estar, eventualmente, dispostos a tolerar a presença de judeus e de cristãos através do pagamento da jizya (imposto especial que deve ser pago pelos não-muçulmanos, cujo não-cumprimento leva à execução do infiel), o destino dos muçulmanos xiitas sob o domínio do novo califado é a morte certa”. Fim de Citação.

Nota Final: Cada muçulmano assassinado pelo Daesh é um inimigo a menos para Israel e os dois milhões de refugiados sírios e iraquianos acabaram com a força da Síria e Iraque e com a possibilidade de recuperarem nos próximos anos as respetivas economias.

Só o Daesh poderia enfrentar Israel, mas primeiro teria de derrotar curdos, iraquianos e sírios do governo de Assad, o que são demasiados inimigos para uma pequena força que é a do Daesh. Os líderes deo Daesh não percebem que não estamos nos temos de Maomé em que uma guerra em Meca ou Medina era desconhecida uma centena de quilómetros para qualquer lado e não havia um poder central no imenso mundo árabe todo dividido em tribus e até religiões.

 

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por DD às 21:06



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