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Guerra, Estratégia e Armas



Terça-feira, 01.01.19

Dieter Dellinger: Andaluzes querem Guerra contra Portugal e como a Liberdade está em Risco

A extrema direita fascista andaluza pretende conquistar uma parte de Portugal do Algarve a Cacilhas para formar uma República Federal Andaluza.

Já foi criada a referida entidade enquanto estado virtual, mas admitem que no caso da independência da Catalunha venham a criar a Andaluzia que está retratada no mapa, à qual falta acrescentar o Rif marroquino.

Para Portugal, isso só seria possível no âmbito de uma situação de guerra, pelo que temos de dizer a verdade: o crescente fascismo na Europa, incluindo o da Espanha e nas Américas pode provocar uma guerra a nível internacional extremamente perigosa, principalmente para países pacíficos e pouco armados como Portugal e muitos outros.

Divulgar e combater o ou os autores desta ideia andaluza é fundamental para a defesa da Pátria, cuja Constituição considera crime gravíssimo a alienação de parte do seu território e que deverá incluir no futuro também a venda de bens estratégicos como a EDP, REN, ANA, etc. que são ativos estratégicos da Pátria.

O conhecido Álbum das Caras americano onde toda a gente escrevia começou vida nova por influências institucionais obscuras e bloqueou a colocação deste post que representa o ponto de vista livre de uma cidadão português de ascendência paterna alemã e daí o nome.

O referido álbum é ou era um espaço individual de liberdade em que o cidadão anónimo no sentido lato do termo - que não é uma figura pública -  tinha a liberdade de manifestar as suas ideias em defesa ou contra algo. Neste caso é em defesa de Portugal contra ideias absurdas vindas da Andaluzia.

Quem esteja a ler isto perguntará, então porque foi bloqueado. Eu respondo que, presumo, neste início de ano "big brother" que o sistema de inteligência artificial que censura o Álbum das Caras não é inteligência nenhuma e orienta-se apenas por palavras, além de nada saber de geografia e não perceber que a ideia andaluza era a velha ideia espanhola de anexar uma parte de Portugal como quis nos tempo napeolónicos Godoy, o amante da reina de Espanha, para ser princípe dos Algarves.

Assim, fiquei bloqueado por sete dias, mas não sei dizer se voltarei a escrever nessa coisa americana.

Saliento que já tinha sido bloqueado por me ter insurgido contra a greve das enfermeiras às cirurgias e ter reproduzido a frase da bastonária que em linguagem sinonimial dizia: a referida ausência de funções poderiam causar o fim existencial de muitas pessoas que necessitava das intervenções que não foram feitas.

A utilização de sinónimos - principalmente sob a forma de termos de duplo sentido - no referido álbum tem o objetivo de enganar o tradutor automático do sistema para inglês que não sabe contextualizar certas palavras, deixando o sistema de IA sem agulha para onde apontar.

O cidadão da rua nas democracias tem a chamada liberdade institucional que geralmente é pouca ou nenhuma. Pode escolher organizações partidárias, seguir outras de caráter sindical, mesmo que ponham vidas em perigo ou periguem a economia da Pátria de modo a impedir que todos tenham um acesso a uma digna vida social. Além disso, o cidadão julga-se livre por ter acesso aos meios de informação institucionais que se orientam por determinados objetivos políticos e ideias dos seus proprietários. Como tal, enganam o cidadão como o aparelho judiciário o engana ao acusar pessoas que podem nem chegar a ser julgadas e que ficam fora de uma corrida eleitoral, por exemplo.

Saliento aqui o caso de Lula da Silva, acusado de ter aceite uma promessa de oferta de um apartamento, o célebre duplex, que não foi concretizada e que não há prova alguma que a referida promessa foi feita e, menos ainda, aceite. Há uma delação premiada, mas não há um documento escrito, um registo notarial e não houve qualquer ocupação do espaço prometido. Se não existisse o objetivo de retirar Lula da corrida eleitoral, qualquer procurador experava por uma das referidas concretizações.

Por isso, Lula foi afastado da corrida ao Palácio do Planalto na qual estava confortavelmente em primeiro lugar, o que afastou outros candidatos potencialmente fortes, e acabou por produzir a eleição de um candidato da segunda ou terceira divisão política, o Jair Bolsonaro que não se sabe como poderá governar sem ter um único governador federal do seu lado nem uma maioria no Senado e Câmara dos Representantes. Para se impor tem apenas dois instrumentos: a ameaça militar e a justiça que pode tornar arguido qualquer governador ou membros de um governo federado, sendo que muitos são corruptos, mas todos devem ter apagado as possíveis provas e não creio que haja escutas de conversas em telefones que possam deduzir qualquer tipo de crime.

Enfim, o cidadão pode escolher um partido ou candidato, mesmo que não goste de nehum, ler jornais e revistas que não gosta, ouvir noticiários das televisões e rádios deturpados, repetidos e que não gosta e não receber informações que lhe poderiam ser úteis ou abrir o espírito para mais do que os tristes desastres nas estradas,

O último espaço para um cidadão expor as suas ideias é constituído pelos blogs e não sei por quanto tempo. Por enquanto os meus blogs são pouco lidos e, como tal, não importunam qualquer instituição. Mas se não for assim no futuro, não sei o que acontecerá.

Seria interessante que o "Sapo" fizesse uma espécie de livro das caras em português que fosse intitulado "Fórum da Cidadania Livre" como já existiu na SIC, mas que Pinto Balsemão acabou precisamente por ser livre e ele estar naturalmente ao serviço do PSD.

Claro, podia ser esse ou qualquer outro nome desde não reproduzisse o nome americano por causa de direitos de autor.

 

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por DD às 15:43



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