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Guerra, Estratégia e Armas



Segunda-feira, 23.03.15

Dieter Dellinger: Jihadistas cercados em Tikrit

 

 Tropas Iraquianas na Viatura Ligeira Humvee para todo o serviço de fabrico americano

 

A batalha pela libertação da cidade iraquiana de Tikrit, conquistada pelo Estado Islâmico, sofreu um abrandamento por ordem do ministro do Interior Mohammed al-Ghabban para evitar um número excessivo de baixas.

 Os islâmicos estão entrincheirados na zona do palácio do Sadam Hussein e têm toda a área em volta minada e cheia de armadilhas explosivos e os atiradores furtivos estão escondidos por toda a parte.

 Contudo, os jihadistas estão cercados e, como tal, desprovidos de abastecimentos em munições e sabe-se como as armas automáticas Kalashnikovs e metralhadoras ligeiras consomem uma quantidade incrível de balas.

No centro de Tikrit já só devem estar uns 100 combatentes islâmicos a resistirem ao avanço do exército iraquiano e das milícias aliadas. O problema das colunas que avançam são as minas e bombas colocadas um pouco por toda a parte e que têm de ser retiradas previamente.

Apoiado pelas milícias populares xiitas, o exército iraquiano está apostado em recuperar para a sua República a cidade natal de Saddam Hussein das mãos dos extremistas sunitas do autoproclamado Estado Islâmico.

As forças iraquianas são apoiadas também pelas Brigadas da Paz do líder xiita Moqtada al-Sadr.

Esta é a ofensiva mais ambiciosa até agora lançada pelas autoridades iraquianas para reconquistar os territórios ocupados desde o verão de 2014 pelos djihadistas.

Depois de Tikrit, a 160 km a norte de Bagdad, o próximo alvo será Mossul, segundo os responsáveis militares iraquianos.

Ao todo, na batalha contra os extremistas em Tikrit estão envolvidos mais de 30 mil combatentes.

Da acordo com Karim al-Nouri, porta-voz das milícias xiitas, participam nestas operações 40 conselheiros militares iranianos, um apoio que já mereceu críticas indiretas do governo saudita.

Os islâmicos estão também sob ataque cerrado, a norte, de milícias xiittas e forças curdas, que se batem pela cidade petrolífera de Kirkuk.

A principal refinaria de petróleo que estava na posse dos extremistas islâmicos foi destruída pela aviação aliada, deixando os jihadistas sem uma importante fonte de dinheiro e combustível..

 

 

 

 

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por DD às 22:44


1 comentário

De maria a 04.05.2015 às 18:03

Um horror!

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