12.01.26
O Exército Europeu
DD
É fundamental para o futuro da EUROPA uma força militar europeia e uma maior união entre os países da UE. Com o Reino Unido somos 500 milhões de habitantes altamente desenvolvidos e possuidores da melhor agricultura do Mundo e de uma indústria de primeira qualidade. No âmbito dessa força militar unida, a arma atómica deverá estar incluída, nomeadamente a que já existe.
"Precisamos de começar a investir o nosso dinheiro de forma a podermos lutar como Europa, e não apenas como uma coleção de 27 'exércitos bonsai' nacionais", defendo, usando uma expressão do antigo Alto Representante da UE, Josep Borrell, que compara os exércitos europeus aos bonsai japoneses para ilustrar como as forças europeias foram reduzidas à escala de miniatura.
Neste contexto, o comissário sugeriu a criação de uma poderosa e permanente "força militar europeia" composta por 100 mil soldados - uma ideia já proposta, há dez anos, por Jean-Claude Juncker, ex-presidente da Comissão Europeia, bem como por Emmanuel Macron, presidente francês, e Angela Merkel, antiga chanceler alemã.
Sabendo que o tema não é consensual, Kubilius propôs também a criação de um Conselho de Segurança Europeu, para dar a volta à questão da soberania política. "O Conselho de Segurança Europeu poderá ser composto por membros permanentes essenciais, juntamente com vários membros rotativos, incluindo o Estado-membro que detém a presidência do Conselho [da União Europeia]", sugeriu, acrescentando também que os presidentes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu também fariam parte do conselho.
Cada país pode ter uma força de instrução em serviço militar obrigatório ou voluntário para que os recrutas prontos possam ir formar as brigadas do exército europeu.
Como Europa unida seremos todos mais livres e soberanos com as nossas prósperas democracias devidamente defendidas.
Já existem brigadas mistas de holandeses e alemães, franceses e alemães e ingleses e belgas, entre outros. Temos uma língua comum a todos os europeus, o inglês que em Portugal como em quase todos os países europeus começa a ser ensinado nos primeiros anos da escolaridade.
