Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Guerra, Estratégia e Armas



Domingo, 03.01.21

Dieter Dellinger: Os novos mísseis balísticos chineses

O vitalício chinês Xi Jinping mandou disparar os seus dois maiores "vírus" ao tomar conhecimento que as democracias ocidentais e caucasianas tinham a vacina contra o vírus e os 27 países aliados da União teriam encomendado cerca de 900 milhões de doses para vacinar os seus 450 milhões de habitantes.
Num ataque demência profunda típica de certos políticos, principalmente orientais, Xi ficou furioso e pretendeu passar a mensagem ao Ocidente democrática de que não devemos pensar que com a vacina e os nossos Serviço de Saúde já ganhámos a guerra à China e mandou disparar os gigantescos mísseis balísticos Dong F-41 capazes de alcançarem um alvo a 15 mil km de distância, transportando 6 a 10 ogivas nucleares de 1 megatonelada que corresponde cada uma ao poder de um milhão de toneladas do explosivo militar trinitrotolueno não nuclear. Assim, 10 mísseis chineses DF-41 poderiam pulverizar grande parte da Europa com o poder de 60 milhões de toneladas de explosivos, arrasando assim todas as cidades e zonas industriais e deixando uma tal quantidade de radioatividade que ainda mataria pessoas passados 500 anos. Acontece isto quando as grandes potências, salvo agora a China, tinham deixado de se preocupar com novas estratégias geopolíticas de meios bélicos. Mas o Ocidente europeu, americano e as democracias da Oceânia e Oriente como Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia estavam há muito empenhadas em encontrar vacinas contra os virões chineses e russos sob a forma de armas antimísseis comandadas por satélites de vigilância que observam o mais pequeno pormenor do que se passa à superfície do nosso planeta que merece tudo menos uma guerra nuclear.
Todos juntos, europeus e americanos somos capazes de fabricar os antídotos necessários aos novos monstros da China. E os Dong não são únicos, pois os chineses dizem que estão a fabricar mísseis hipersónicos de cruzeiro que podem atingir velocidades de 5 mil Km/h. Alemanha e a França assinaram um tratado de cooperação militar que visa em primeiro lugar o desenvolvimento de armas de defesa e não de agressão como seriam os antimísseis.
As democracias ocidentais não têm mísseis balísticos com base em terra, preferindo os que podem ser lançados a partir de submarinos e, como tal, são de dimensões muito menores e o submarino é mais furtivo. Um almirante chinês disse que os seus mísseis podem destruir todos os porta aviões americanos. Claro que podem se os chineses pensarem como os japoneses quando do ataque a Pearl Harbour em que destruíram velhos couraçados e nenhum porta aviões  por os três que os americanos então tinham estarem bem longe da base e afastados uns dos outros. A enorme esquadra japonesa com mais de 300 aviões não chegou a ver uma só das unidades decisivas para a guerra que declararam a um país sem serviço militar nem uma marinha forte e sem uma verdadeira Força Aérea. Mesmo assim, aquele primeiro ataque selou a derrota dos japoneses.
A imagem pode conter: ar livre, texto que diz "ZL703 LM ZL70 WWW.NEWS.CN"
 
 
 
src="data:;base64," width="18" height="18" />
src="data:;base64," width="18" height="18" />
src="data:;base64," width="18" height="18" />
Eduardo Santa Cruz, Natália Santos e 42 outras pessoas
12 comentários
13 partilhas
 
Gosto
 
 
 
Comentar
 
 
Partilhar
 

Comentários

 
 
  •  
     

Autoria e outros dados (tags, etc)

por DD às 11:24

Domingo, 03.01.21

Dieter Dellinger: Os Tratados Franco-Alemães

A história tem por vezes tremendas curiosidades. É sabido que a Europa do pós guerra até hoje tem como pilar de suporte a amizade entre a França e a Alemanha, duas grandes nações que juntas tem cerca de 150 milhões de habitantes e uma área de 900 mil km2. O seu Pib per capita ronda os 45 mil dólares e no total é equivalente ao da China e de muitas grandes nações.
O mais curioso é que essa amizade resulta de um tratado de reconciliação também conhecido pelo tratado de Eliseu assinado a 22 de Janeiro de 1953 no qual foi combinado criar uma Comunidade Europeia, o desmantelamento de quaisquer dispositivos militares na fronteira, além de uma aliança militar que nunca funcionou inteiramente, salvo agora, porque ambas as nações contentaram-se em viver sob o chapéu americano com alguma independência nuclear francesa. O tratado de reconciliação foi assinado por um dos dois únicos primeiros ministros judeus que a França teve e por Konrad Adenauer. O da França e judeu de origem foi René Mayer, líder do partido radical, tendo o seu antecessor Antoine Pinay negociado o essencial. O Tratado do Eliseu, para além da reconciliação, estabeleceu a livre circulação pessoas e bens entre a França e a Alemanha sem passaportes nem vistos, isto 8 anos após o fim da horrível II Guerra Mundial e do criminoso holocausto dos judeus perpetrado pelos nazis alemães.
Eu era um rapazito novo, mas mesmo com 14 anos gostava de ler os jornais e muito de história; nesse ano e tinha ido passar férias à Alemanha com amigos da família e quando estava perto da fronteira na cidade alemã de Bingen fui a uma festa da cerveja e quando me tinha sentado numa grande cervejaria, reparei que aquilo estava cheio de franceses. Perguntei a um que estava ao meu lado se era militar de ocupação e qual a razão estarem tantos franceses ali. O homem respondeu que não era militar, mas operário a trabalhar numa das fábricas de motores da Mercedes e desde que a fronteira foi aberta e não era preciso qualquer visto nem passaporte passou a atravessar todos os dias a fronteira para trabalhar nas fábricas alemãs que pagavam quase o dobro das francesas devido ao valor muito alto a que chegara o marco alemão e o franco francês descia quase diariamente.
Os franceses e alemães assinaram muitos tratados de cooperação, mas um verdadeiro tratado militar foi assinado há um ano também a 22 de Janeiro, mas de 2019, denominado Tratado de Aix-La-Chapelle destinado a uma cooperação militar que vai ao ponto de o armamento nuclear ser desenvolvido com o apoio financeiro alemão e fabricarem-se mísseis anti -mísseis e um novo avião de combate comum, bem como um novo modelo de tanque para substituir os Leopards, além de novas armas automáticas de infantaria Pretende-se uma quase fusão das indústrias de defesa tipo Airbus.
Não se pretende uma nova geoestratégia de meios de ataque a qualquer nação, mas sim reforçar os dispositivos de defesa contra os euromísseis hipersónicos que a Rússia começou a construir. As duas democracias Franco-alemãs não pretendem cortar no social para se equiparem com meios militares extremamente caros, pelo que decidiram cooperarem ao máximo, sendo muito provável que a Itália, Espanha e Países Baixos entrem nessa nova geoestratégia de meios e indústrias porque em época de pandemia todos necessitam uns dos outros e nenhuma política social pode existir em simultâneo com a construção de gigantescos mísseis balísticos e outros armamentos cada vez caro nos países de economia social de mercado.
Foto: O Primeiro Ministro francês de origem judaica que assinou o tratado de reconciliação entre a França e a Alemanha, criando a Europa pacífica que perdura há 67 anos.
A imagem pode conter: Antonio Nunes
 
 
 
src="data:;base64," width="18" height="18" />
src="data:;base64," width="18" height="18" />
Eduardo Santa Cruz, Simone Martins e 27 outras pessoas
 
9 partilhas
 
Gosto
 
 
 
Comentar
 
 
Partilhar
 

Comentários

 
 
 
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por DD às 10:49


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog  

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

calendário

Janeiro 2021

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31