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Guerra, Estratégia e Armas



Domingo, 24.09.17

Dieter Dellinger comenta perigo de guerra terrorista em Portugal com Arnaldo Matos a defender o Terrorismo Assassino

Com as posições em defesa do TERRORISMO ASSASSINO, Arnaldo de Matos é uma perigo para a Nação e os explosivos roubados em Tancos só o pode ter sido obra de grupos terroristas como o MRPP. O EXPRESSO INVENTOU UM TEXTO QUE NÃO FALA NOS INCENTIVOS À GUERRA TERRORISTA FEITOS POR ARNALDO DE mATOS.

 

Arnaldo Matos regressou em força ao MRPP e já colocou o partido ao lado do Estado Islâmico. Num editorial do Luta Popular crítico da tomada de posição do Partido Comunista de França, Arnaldo Matos afirma que os atentados de Paris foram “um acto legítimo de guerra” e que foram cometidos por “combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo, nomeadamente francês”. Regista o homem que esteve três décadas em silêncio e regressou ao MRPP para afastar Garcia Pereira: “Foi praticado por franceses, nascidos em França, vivendo em São Dinis e noutros bairros do Paris suburbano”.

No editorial, Arnaldo Matos que, quando liderou o MRPP era conhecido como “o grande educador da classe operária”, escreve: “Não é o islamismo, mas o imperialismo a causa real, verdadeira e única do ataque a Paris. Agora os franceses já sabem que a guerra de rapina movida pelo imperialismo francês em África e no Oriente Médio tem como consequência inevitável a generalização da guerra à própria França, à capital desse mesmo imperialismo moribundo”.

Arnaldo Matos afirma que as posições do partido comunista de França, que condenam o terror, são “um ultraje à teoria revolucionária” e “um insulto à memória histórica e ao internacionalismo da heróica classe operária francesa, a quem devemos a gloriosa Comuna de Paris, a primeira ditadura do proletariado revolucionário”.

O histórico “grande educador da classe operária” conclui que “o cobarde e terrorista imperialismo francês, que conjuntamente com o imperialismo ianque, inglês, alemão e europeu em geral tem estado a massacrar os povos do Iraque, do Afeganistão, da Síria, da Líbia, do Chade, da Nigéria e do Mali durante os últimos vinte anos, não está impune e pode ser atacado no próprio covil em que se acoita e se consideraria seguro”.

Arnaldo Matos recusa considerar que o “terror” esteve na base dos ataques de Paris. “A lógica profunda do ataque a Paris não é o terror, não é o horror, não é a crueldade; a lógica é a lógica da guerra, dente por dente, olho por olho, até derrotar o inimigo. Terror, horror, crueldade são os ataques aéreos, de mísseis de cruzeiro, de artilharia, de drones, conduzidos pelo imperialismo, designadamente francês, sobre os homens, os velhos, as mulheres e as crianças das aldeias e das cidades de África e do Médio Oriente, para roubar-lhes o petróleo e as matérias-primas”.

Continua Arnaldo Matos: “Os atacantes de Paris nem chocolates roubaram: levaram a guerra aos franceses, apenas para acordá-los: para lembrar-lhes que o governo e as forças armadas do imperialismo francês estão, em nome da França e dos franceses que julgam ter o direito de se poderem divertir impunemente no Bataclan, a matar, a massacrar, a aterrorizar com crueldade inenarrável os povos do mundo”.

 

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por DD às 09:03

Terça-feira, 19.09.17

Dieter Dellinger: O Medo dos Antimísseis

 

 

O que a China e a Rússia mais temem é o avanço dos sistemas de antimísseis e a sua instalação em centenas ou milhares de baterias no Japão, Guam, Hawai, Coreia do Sul e Polónia (onde já estão) e noutros países. A Coreia do Norte forneceu o pretexto para isso ao lançar mísseis por cima do Japão, país com o qual não tem tido problemas há 77 anos.

Mas os EUA também mostram o seu poder convencional que é suficiente para um pequeno País como a Coreia. Menor que Portugal e com um PIB per capita inferior a um terço do português.

Quatro caças F-35B e dois bombardeiros B-1B dos EUA realizaram, esta segunda-feira, a simulação de um bombardeamento sobre a Península da Coreia do Norte, na sequência de mais um disparo de um míssil balístico de Pyongyang.

No exercício aéreo participaram também quatro caças sul-coreanos F-15K, de acordo com a agência de notícias Ynohap que cita fontes do governo de Seul.

Os exercícios aéreos decorreram três dias depois de a Coreia do Norte ter realizado o lançamento de um míssil que percorreu 3.700 quilómetros antes de cair no mar e depois de ter sobrevoado o arquipélago do Japão.

O disparo de sexta-feira foi efetuado depois de terem sido aprovadas pelo Conselho das Nações Unidas novas sanções económicas contra o regime de Pyongyang.

O líder norte-coreano, Kim Jong-un, alegou que este último lançamento visava “acalmar a beligerância dos EUA” e dar sinais de que o país asiático pode “estabelecer um equilíbrio de força real com os EUA e fazer com que os seus governantes não se atrevam a falar de opção militar”.

Na resposta, Donald Trump acusou a Coreia do Norte de “total desprezo” pelos países vizinhos e pela comunidade mundial e sublinhou que os EUA têm opções militares “efectivas” e “esmagadoras”. À ameaça segue-se, agora, a simulação do bombardeamento da Península coreana.

O uso de meios aéreos e navais dos Estados Unidos, durante exercícios militares, são encarados na Coreia como uma prova de força e são habituais desde o passado dia 31 de Agosto, altura em que foram enviados para a região os quatro caças F-35B e os dois bombardeiros B-1B.

Seul, Washington e Tóquio vão realizar exercícios antimísseis

Por outro lado, forças da Coreia do Sul, EUA e Japão vão realizar um exercício antimísseis no final do mês, segundo anunciou um porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano.

A realização das manobras consta de um relatório militar que o Ministério da Defesa enviou para a Assembleia Nacional da Coreia do Sul e que refere que Pyongyang parece aproximar-se da “fase final” de desenvolvimento de um míssil balístico intercontinental (ICBM), com o qual poderia atingir o território norte-americano.

O mesmo documento admite que o regime de Pyongyang pode vir a realizar “provocações estratégicas adicionais” a curto prazo, com novos testes de armamento.

Este exercício conjunto antimísseis surge num momento em que existem dúvidas sobre as capacidades reais dos aliados para interceptar um míssil de Pyongyang.

 

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por DD às 16:08


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