Dieter Dellinger comenta perigo de guerra terrorista em Portugal com Arnaldo Matos a defender o Terrorismo Assassino
Com as posições em defesa do TERRORISMO ASSASSINO, Arnaldo de Matos é uma perigo para a Nação e os explosivos roubados em Tancos só o pode ter sido obra de grupos terroristas como o MRPP. O EXPRESSO INVENTOU UM TEXTO QUE NÃO FALA NOS INCENTIVOS À GUERRA TERRORISTA FEITOS POR ARNALDO DE mATOS.
Arnaldo Matos regressou em força ao MRPP e já colocou o partido ao lado do Estado Islâmico. Num editorial do Luta Popular crítico da tomada de posição do Partido Comunista de França, Arnaldo Matos afirma que os atentados de Paris foram “um acto legítimo de guerra” e que foram cometidos por “combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo, nomeadamente francês”. Regista o homem que esteve três décadas em silêncio e regressou ao MRPP para afastar Garcia Pereira: “Foi praticado por franceses, nascidos em França, vivendo em São Dinis e noutros bairros do Paris suburbano”.
No editorial, Arnaldo Matos que, quando liderou o MRPP era conhecido como “o grande educador da classe operária”, escreve: “Não é o islamismo, mas o imperialismo a causa real, verdadeira e única do ataque a Paris. Agora os franceses já sabem que a guerra de rapina movida pelo imperialismo francês em África e no Oriente Médio tem como consequência inevitável a generalização da guerra à própria França, à capital desse mesmo imperialismo moribundo”.
Arnaldo Matos afirma que as posições do partido comunista de França, que condenam o terror, são “um ultraje à teoria revolucionária” e “um insulto à memória histórica e ao internacionalismo da heróica classe operária francesa, a quem devemos a gloriosa Comuna de Paris, a primeira ditadura do proletariado revolucionário”.
O histórico “grande educador da classe operária” conclui que “o cobarde e terrorista imperialismo francês, que conjuntamente com o imperialismo ianque, inglês, alemão e europeu em geral tem estado a massacrar os povos do Iraque, do Afeganistão, da Síria, da Líbia, do Chade, da Nigéria e do Mali durante os últimos vinte anos, não está impune e pode ser atacado no próprio covil em que se acoita e se consideraria seguro”.
Arnaldo Matos recusa considerar que o “terror” esteve na base dos ataques de Paris. “A lógica profunda do ataque a Paris não é o terror, não é o horror, não é a crueldade; a lógica é a lógica da guerra, dente por dente, olho por olho, até derrotar o inimigo. Terror, horror, crueldade são os ataques aéreos, de mísseis de cruzeiro, de artilharia, de drones, conduzidos pelo imperialismo, designadamente francês, sobre os homens, os velhos, as mulheres e as crianças das aldeias e das cidades de África e do Médio Oriente, para roubar-lhes o petróleo e as matérias-primas”.
Continua Arnaldo Matos: “Os atacantes de Paris nem chocolates roubaram: levaram a guerra aos franceses, apenas para acordá-los: para lembrar-lhes que o governo e as forças armadas do imperialismo francês estão, em nome da França e dos franceses que julgam ter o direito de se poderem divertir impunemente no Bataclan, a matar, a massacrar, a aterrorizar com crueldade inenarrável os povos do mundo”.