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Guerra, Estratégia e Armas



Domingo, 06.08.17

Em 1945 os EUA lançaram a primeira bomba atómica em Hiroshima

 

Faz hoje 72 anos que os americanos cometeram o holcausto nuclear sobre Hiroshima que em segundos matou mais de 100 mil pessoas. Não contentes com esse crime, dias depois lançaram outra bomba sobre Nagasaqui.

As bombas foram lançadas sempre de um só B-29, pelo que apanharam os japoneses desprevenidos porque não esperavam ser bombardeados por um único bombardeiro. Julgavam que se tratava de um avião meteorológico ou de observação e nem foram para os abrigos subterrâneos.

Os americanos iniciaram o gigantesco projeto Manhatan para a construção da bomba nuclear graças aos esforços do grande físico judeu alemão Albert Einstein que antes do início da II. Guerra Mundial escreveu duas cartas a Roossevelt para o incentivar a construir a bomba. Roosevelt não percebia nada de física, mas quando lhe disseram que o subscritor já tinha ganho dois prémios nobéis, resolveu chamá-lo e reunir uma conferência com o general chefe da investigação científica das forças armadas e vários físicos conhecidos, entre eles, Robert Oppenheim.

A decisão foi tomada antes de começar a II. Guerra Mundial, ou seja, antes dos nazis invadirem a Polónia e os ingleses e franceses declararem guerra à Alemanha dias depois. A URSS, então aliada ao nazismo hitleriano, também invadiu a Polónia e as Repúblicas Bálticas mais a Finlândia, mas os anglo-franceses aceitaram essas invasões como normais. A bomba de Hiroshima correspondia a 15 mil toneladas do forte explosivo TNT e só explodiu uma pequena parte do urânio e do plutónio utilizados porque os detonadores ainda não estavam tão desenvolvido. Na bomba de Hiroshima havia 600 kg de Urânio altamente enriquecido no isótopo U-35, mas a cisão nuclear foi produzida em menos de 10%, o resto saltou logo para fora. Hoje, o Japão volta a estar sob a ameaça de novo e mais perigoso holocausto, dado que os nortecoreanos disparam constantemente mísseis que poderão albergar ogivas atómicas contra as água japonesas. Curiosamente e não acredito em qualquer relação de causalidade, mas os japoneses são o povo que mais tempo vive no Mundo e mais gente tem a ultrapassar os 100 anos de idade, apesar terem sofrido os bombardeamentos nucleares e outros como o de Tóquio que matou mais de 150 mil pessos com bombas explosivas e gás do fósforo que era terrível porque a maior parte dos japoneses viviam em casitas de madeira com paredes internas de papel. Eles vivem porque são muito frugais e trabalhadores. Também 3 milhões de civis alemães morreram pela ação do fósforo que se transformavam em nuvens de fogo que penetravam pelos sistemas de respiração dos abrigos e rapidamente queimavam em vida todos os seus ocupantes.

Quem diz que o gás não foi utilizado na II. GM mente, porque o fósforo era praticamente um gás ardente que penetrava no corpo das pessoas e as queimnava de dentro para fora num sofrimento atroz e, por vezes, lento. Enfim, as únicas armas que devem ser construídas são os mísseis antimísseis e antiaéreos capazes de destruir toda a arma atacante em pleno voo. É isso que chineses e russos não querem, mas que o louco assassino Kim ung está a criar o pretexto para o seu desenvolvimento.

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por DD às 16:43


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