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Guerra, Estratégia e Armas



Quarta-feira, 09.03.16

Poderosa Arma Israelita Decapita Instrutor Djihadista de Decapitação

 

 


Perto de Raqqa, um jihadista especialista em decapitação explicava a um grupo de 20 recrutas o modo como se corta a cabeça a uma pessoa quando subitamente os alunos viram a cabeça do chefe saltar literalmente para fora do pescoço quase sem ruído. O jihadista não deu por nada, mas os recrutas fugiram imediatamente espavoridos e amedrontados.
A uns 1300 metros de distância, uma secção de atiradores especiais (“snipers”) britânicos constituída por cinco elementos aproximou-se do campo de treino do Daesh e disparou a notável espingarda israelita de alta precisão semiautomática com mira telescópica e silenciador Dan.338.
A arma dispara uma poderosa bala de .338 polegadas Lapua Magnum capaz de desfazer qualquer cabeça e perfurar blindagens de veículos de transporte de tropas e partes de tanques de combate. Leva um carregador de 10 balas e pesa 6,9 kg com a mira telescópica por ser em grande parte construída em alumínio, salvo o cano e a zona de disparo.
O objetivo da arma é o tiro de alta precisão a uma distância superior ao alcance das Kalashnikovs utilizadas pelo Daesh e outras forças árabes.
Ninguém sabia que os britânicos se envolveram em combates contra o Daesh, mas têm-no feito porque conseguem observar com drones, satélites e os aviões de observação alemães Tornado todas as condições do terreno e tropas presentes para desembarcar de um helicóptero e fazer um ataque surpresa sem que alguém consiga saber o que se passa.
Os djidahistas do chamado Estado Islâmico (Daesh) estão agora enfrentar a revolta da população de Raqqa à qual se juntaram em rebelião mais de 200 ex-djihadistas. Noutros locais os homens do Daesh estão a sofrer severos revezes, tendo perdido parte do território que fazia fronteira entre a Síria e a Turquia e, por outro lado, enfrentam uma grave carência de dinheiro por os bombardeamentos terem destruído os poços de petróleo que exploravam e quase os camiões tanques que o levava para a Turquia onde era vendido a pouco mais de 20 dólares o barril.
Sem fundos, os djihadistas cobram impostos gigantescos aos habitantes das zonas que dominam e, mesmo assim, não conseguem pagar aos voluntários que lutam pelo Estado Islâmico. Daí que tanto as populações se revoltam como muitos voluntários entram em rebelião.
Os djihadistas estão a abandonar a Síria e o Iraque, procurando instalar-se Líbia e daí atacar a Tunísia. Na Líbia com dois governo reina o caos e a Tunísia é um pequeno país com forças militares reduzidas, pelo que deverá ser apoiado pelo Ocidente, já que se trata da única democracia árabe.

 

 

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por DD às 00:11


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