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Guerra, Estratégia e Armas


Domingo, 19.09.21

Drones a Arma Atual e do Futuro

Mais um ataque certeiro de um drone americano de modelo bastante antiquado quando comparado com os drones russos, chineses, turcos e israelitas. Conseguiram evitar mais um atentado suicida por parte de militantes radicais muçulmanos que quiseram fazer-se explodir numa viatura para matar um grande ajuntamento de pessoas. Suicidar-se para assassinar é algo fora do meu entendimento e resulta de um processo de lavagem neurótica ao cérebro. Em vez de inteligência artificial, os seguidores de Alá e do seu profeta Mahammud utilizam inteligência natural devidamente trabalhada para matar, tanto a sua cabeça como a de um número muito grande de outras.
Parece que o êxito dos drones americanos se devem aos pequenos mísseis "vagabundos" que dão muitas voltas até encontrarem com o seu programa de Inteligência artificial o alvo pretendido. Esses mísseis podem ser lançados para qualquer lado e se encontrarem um avião inimigo abatem-no sem ordens prévias. ou atuação de algum ser humano.
 Os americanos possuem gigantescos drones como o Global Hawk que conseguem voar 30 anos e percorrer milhares de quilómetros. Além disso estão a comnprar aviões F-16 já utilizados para os equipar com um piloto telecomendados ou com inteligència artificial para treinar em combates com disparo de radiações especiais simuladoras de tiros. No futuro a guerra prescinde diretamente do combatente.
Pode ser uma imagem de avião e ao ar livre
 
 
 
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Alfredo Marques, Catarina Passinhas e 45 outras pessoas
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por DD às 18:48

Domingo, 22.08.21

As Deficiências do Humvee

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O Humvee americano feito a pensar no Jeep que tanto sucesso teve na II Guerra Mundial.. Os americanos blindaram esta viatura e colocaram um torre para uma arma automática pesada. Sucede que o carro não foi feito para combater com blindagem muito pesada O carro é muito pequeno para ser um blindado. Debaixo do capot do motor não há espaço para uma motorização mais potente e os motores de combustão com um compressor são muito sensíveis ao calor e às areais da regiões desérticas ou áridas. No fundo, o Humvee é mais para os países ricos do Ocidente como os da Europa, incluindo Portugal, cheios de auto estradas e vias alcatroadas sem desertos ou imensas cordilheiras com cumes de mais de 6 mil metros de altitude como os do Afeganistão. Há muita gente a pensar no Pentágono, mas não significa que pensem bem.

Para o combate o mais adequado são viaturas do tipo do Chaimite utilizado por Portugal que era na realidade um Cadillac Gauge de fabrico americano com boa proteção, mas inconveniente se for armado com uma peça de artilharia de 90 mm ou mais. Quanto muito com roquetes leves e altamente explosivos quase do tipo dos usados em aviões Coin (contra insurgência).

Os Toyota muito versáteis e rápidos acabaram por levar a melhor em certos combates na Síria, Iraque e Afeganistão.

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por DD às 22:55

Sábado, 17.07.21

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Operação Barbarrossa Há 80 Anos

 

 

Faz hoje 80 anos que o mais monstruoso ditador que o mundo alguma vez conheceu deu a ordem final para que na manhã de 22 de Junho de 1941 tivesse início a chamada "Operação Barbarossa", ou seja, a invasão da União Soviética pela "Wehrmacht" alemã e que foi a mais cruel guerra de sempre e que ficou eternamente na história como dívida da extrema direita alemã com a Rússia e todo Mundo. O objetivo era destruir o povo russo, criando um império alemão até Vladivostok no extremo oriente asiático e aniquilar aquilo que o monstro designava de judaísmo bolchevista que era algo inexistente pois Estaline estava praticamente em guerra contra os judeus na sequência da sua divergência com Trotsky, o comandante do exército vermelho que derrotou os brancos, e que era de origem judaica, mas profundamente ateu e nunca se sentiu outra coisa que russo-ucraniano.

A invasão germânica começou com 134 divisões na frente de batalha e 72 como reserva na retaguarda, apontando para Moscovo no centro, para o sul a fim de chegar aos poços petrolíferos do Cáucaso e para norte para cercar Petersburgo.

Hitler, como acontece ainda hoje con políticos e jornalistas, era um quase analfabeto em geografia física e demográfica, ciências das quais depende qualquer plano estratégico e tático e mesmo qualquer política, tanto bélica como pacífica.

Os monstros nazis avançaram 2 mil km, chegando às portas de Moscovo impreparados para aguentarem as perdas em combates sucessivos e o frio russo. O ditador julgava que durante os primeiros seis meses de combate, a União Soviética entraria em colapso por falta de alimentos e materiais de guerra, esquecendo que os ingleses e americanos organizaram comboios de centenas de navios que levaram tudo o que seria necessário aos portos do Ártico de Arcangel e Murmansk e no sul através da Pérsia. Estaline mandou retirar as fábricas de tanques para lá dos Urais que receberam milhares de máquinas ferramentas americanas para responderem com os versáteis T 34 às divisões blindadas nazis.

O ditador nazi tinha assinado um pacto germano-soviético só para ter um ano e pouco para preparar e colocar o seu dispositivo militar na Polónia e daí arrancar para a zona central da Rússia onde passou por uma vasta zona pantanosa que naquele verão de 1941 estava seca.

A União das Repúblicas Soviéticas estendia-se por uma área de 22 milhões de km2 e com 62.700 km de fronteiras e, talvez, mais de 100 milhões de habitantes. Os grandes marechais e generais alemães sabiam isso, mas não podiam contradizer o monstro que acreditava que os eslavos russos seriam incapazes de resistir por serem aquilo que designava de "Untermenschen" ou pessoas de baixo ou segunda categoria e que os imensos EUA com cerca de 9 milhões de km2 eram habitado por uma miscelânea de diferentes origens étnicas incapazes de dar origem a bons soldados, mas o monstro não sabia que possuíam todos os recursos técnicos, minerais e agrícolas para aguentarem qualquer guerra, mesmo em duas frentes na Europa e no Pacífico. As divisões alemãs chegaram às portas de Moscovo onde está um monumento a marcar o evento e que atualmente é bem dentro da cidade que cresceu enormemente. Hitler não era só um monstro, mas também um ignorante com apenas a instrução primária alargada de nove anos de escolaridade.

A dita "Operação Barbarossa" causou mais de 30 milhões de vítimas soviéticas e uns 7 a 10 milhões de alemães. Os "Einsatzkomandos" alemães eram uma tropa destinada a assassinar em massa russos soviéticos, judeus e outras etnias. O objetivo nazi era reduzir a população soviética a um mínimo em que os futuros colonizadores alemães estariam depois em maioria. Hitler não percebeu que a sua Alemanha descobriu o Mundo com quase 5 séculos de atraso relativamente aos portugueses e pensava que a União Soviética seria uma espécie de África ou Índia em que qualquer potência europeia conquistava o que que queria.

O povo russo possuía uma vasta élite bem preparada e inteligente antes da revolução de outubro e tinha feito uma impostante reforma agrária no tempo do último Czar com o governo de Solipine que tirou metade das terras dos grandes príncipes e distribuiu por agricultores muito capazes que acabaram por serem mortos por Estaline com a designação idiota de Kulaks.

Apesar de muito desfalcada pela revolução bolchevista. Lenine pouco tempo depois de tomar o poder reconheceu o valor dessa elite e ao tomar conhecimento que grandes engenheiros russos como o Sikorsky que construiu o primeiro bombardeiro do Mundo e inventou o helicóptero tinham fugido para os EUA ordenou o aumento dos ordenados a todos os grandes especialistas engenheiros, médicos, economistas, etc., o que teve uma sequência frágil na era estalinista que dava a preferência a técnicos recém jovens e recém-formados sem experiência.

O povo alemão ficou com esta guerra como capaz de grandes realizações e também gigantesco na estupidez e subserviência a um capitalismo e poder ignorante, mesmo que capaz de fazer bons parafusos, o que não chega.

 

 

 

 

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por DD às 18:27

Domingo, 03.01.21

Dieter Dellinger: Os novos mísseis balísticos chineses

O vitalício chinês Xi Jinping mandou disparar os seus dois maiores "vírus" ao tomar conhecimento que as democracias ocidentais e caucasianas tinham a vacina contra o vírus e os 27 países aliados da União teriam encomendado cerca de 900 milhões de doses para vacinar os seus 450 milhões de habitantes.
Num ataque demência profunda típica de certos políticos, principalmente orientais, Xi ficou furioso e pretendeu passar a mensagem ao Ocidente democrática de que não devemos pensar que com a vacina e os nossos Serviço de Saúde já ganhámos a guerra à China e mandou disparar os gigantescos mísseis balísticos Dong F-41 capazes de alcançarem um alvo a 15 mil km de distância, transportando 6 a 10 ogivas nucleares de 1 megatonelada que corresponde cada uma ao poder de um milhão de toneladas do explosivo militar trinitrotolueno não nuclear. Assim, 10 mísseis chineses DF-41 poderiam pulverizar grande parte da Europa com o poder de 60 milhões de toneladas de explosivos, arrasando assim todas as cidades e zonas industriais e deixando uma tal quantidade de radioatividade que ainda mataria pessoas passados 500 anos. Acontece isto quando as grandes potências, salvo agora a China, tinham deixado de se preocupar com novas estratégias geopolíticas de meios bélicos. Mas o Ocidente europeu, americano e as democracias da Oceânia e Oriente como Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia estavam há muito empenhadas em encontrar vacinas contra os virões chineses e russos sob a forma de armas antimísseis comandadas por satélites de vigilância que observam o mais pequeno pormenor do que se passa à superfície do nosso planeta que merece tudo menos uma guerra nuclear.
Todos juntos, europeus e americanos somos capazes de fabricar os antídotos necessários aos novos monstros da China. E os Dong não são únicos, pois os chineses dizem que estão a fabricar mísseis hipersónicos de cruzeiro que podem atingir velocidades de 5 mil Km/h. Alemanha e a França assinaram um tratado de cooperação militar que visa em primeiro lugar o desenvolvimento de armas de defesa e não de agressão como seriam os antimísseis.
As democracias ocidentais não têm mísseis balísticos com base em terra, preferindo os que podem ser lançados a partir de submarinos e, como tal, são de dimensões muito menores e o submarino é mais furtivo. Um almirante chinês disse que os seus mísseis podem destruir todos os porta aviões americanos. Claro que podem se os chineses pensarem como os japoneses quando do ataque a Pearl Harbour em que destruíram velhos couraçados e nenhum porta aviões  por os três que os americanos então tinham estarem bem longe da base e afastados uns dos outros. A enorme esquadra japonesa com mais de 300 aviões não chegou a ver uma só das unidades decisivas para a guerra que declararam a um país sem serviço militar nem uma marinha forte e sem uma verdadeira Força Aérea. Mesmo assim, aquele primeiro ataque selou a derrota dos japoneses.
A imagem pode conter: ar livre, texto que diz "ZL703 LM ZL70 WWW.NEWS.CN"
 
 
 
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por DD às 11:24

Domingo, 03.01.21

Dieter Dellinger: Os Tratados Franco-Alemães

A história tem por vezes tremendas curiosidades. É sabido que a Europa do pós guerra até hoje tem como pilar de suporte a amizade entre a França e a Alemanha, duas grandes nações que juntas tem cerca de 150 milhões de habitantes e uma área de 900 mil km2. O seu Pib per capita ronda os 45 mil dólares e no total é equivalente ao da China e de muitas grandes nações.
O mais curioso é que essa amizade resulta de um tratado de reconciliação também conhecido pelo tratado de Eliseu assinado a 22 de Janeiro de 1953 no qual foi combinado criar uma Comunidade Europeia, o desmantelamento de quaisquer dispositivos militares na fronteira, além de uma aliança militar que nunca funcionou inteiramente, salvo agora, porque ambas as nações contentaram-se em viver sob o chapéu americano com alguma independência nuclear francesa. O tratado de reconciliação foi assinado por um dos dois únicos primeiros ministros judeus que a França teve e por Konrad Adenauer. O da França e judeu de origem foi René Mayer, líder do partido radical, tendo o seu antecessor Antoine Pinay negociado o essencial. O Tratado do Eliseu, para além da reconciliação, estabeleceu a livre circulação pessoas e bens entre a França e a Alemanha sem passaportes nem vistos, isto 8 anos após o fim da horrível II Guerra Mundial e do criminoso holocausto dos judeus perpetrado pelos nazis alemães.
Eu era um rapazito novo, mas mesmo com 14 anos gostava de ler os jornais e muito de história; nesse ano e tinha ido passar férias à Alemanha com amigos da família e quando estava perto da fronteira na cidade alemã de Bingen fui a uma festa da cerveja e quando me tinha sentado numa grande cervejaria, reparei que aquilo estava cheio de franceses. Perguntei a um que estava ao meu lado se era militar de ocupação e qual a razão estarem tantos franceses ali. O homem respondeu que não era militar, mas operário a trabalhar numa das fábricas de motores da Mercedes e desde que a fronteira foi aberta e não era preciso qualquer visto nem passaporte passou a atravessar todos os dias a fronteira para trabalhar nas fábricas alemãs que pagavam quase o dobro das francesas devido ao valor muito alto a que chegara o marco alemão e o franco francês descia quase diariamente.
Os franceses e alemães assinaram muitos tratados de cooperação, mas um verdadeiro tratado militar foi assinado há um ano também a 22 de Janeiro, mas de 2019, denominado Tratado de Aix-La-Chapelle destinado a uma cooperação militar que vai ao ponto de o armamento nuclear ser desenvolvido com o apoio financeiro alemão e fabricarem-se mísseis anti -mísseis e um novo avião de combate comum, bem como um novo modelo de tanque para substituir os Leopards, além de novas armas automáticas de infantaria Pretende-se uma quase fusão das indústrias de defesa tipo Airbus.
Não se pretende uma nova geoestratégia de meios de ataque a qualquer nação, mas sim reforçar os dispositivos de defesa contra os euromísseis hipersónicos que a Rússia começou a construir. As duas democracias Franco-alemãs não pretendem cortar no social para se equiparem com meios militares extremamente caros, pelo que decidiram cooperarem ao máximo, sendo muito provável que a Itália, Espanha e Países Baixos entrem nessa nova geoestratégia de meios e indústrias porque em época de pandemia todos necessitam uns dos outros e nenhuma política social pode existir em simultâneo com a construção de gigantescos mísseis balísticos e outros armamentos cada vez caro nos países de economia social de mercado.
Foto: O Primeiro Ministro francês de origem judaica que assinou o tratado de reconciliação entre a França e a Alemanha, criando a Europa pacífica que perdura há 67 anos.
A imagem pode conter: Antonio Nunes
 
 
 
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por DD às 10:49

Domingo, 20.12.20

Dieter Dellinger: Mísseis Balísticos da Rússia e China em vez de Vacinas

Em vez de participarem na produção de vacinas e sua distribuição na plataforma Covax pelos países mais pobres do planeta , o fascismo russo lança mísseis intercontinentais balísticos a partir dos seus novos submarinos nucleares da classe Borei como se o povo russo e a população da terra tivesse necessidade de que cada potência possa vir a ter dentro de semanas mais de 1.550 mísseis com ogivas nucleares, pois foi o este o número máximo que URSS e os EUA acordaram há anos ter nas suas forças armadas e o tratado termina dentro de algumas semanas. As recentes manobras russas de lançamento de mísseis com ogivas de exercícios é uma provocação para tornar o próximo presidente americano Biden mais agressivo porque Putin necessita de tensão para reconquistar o império colonial moscovita que Lenine designava de "prisão de nações", mas no poder ele e os epígonos mantiveram essas nações agrilhoadas e presas a Moscovo como querem que aconteça agora com a Ucrânia, Moldávia, Georgia, Azerbeijão, Arménia, etc. As ditaduras fascizantes com qualquer nome diferente como nacional socialismo alemão, bolchevismo, comunismo, sovietismo, populismo, etc. são um perigo para o Mundo e fazem-nos acreditar que querem principalmente o fim das democracias ocidentais adiantadas como os países escandinavos, a França, Alemanha, Países Baixos, Suíça, Luxemburgo, Itália, etc. que são os modelos que todos os povos do Mundo desejam ter. Para Putin, o Trampa era um ótimo modelo do mal e descrédito, mas agora com Biden vai fazer-lhe falta um novo modelo do mal que não pode ser o Biden nem a sua vice-presidente. Nada pois como começar uma nova guerra fria com a ameaça das suas armas nucleares e não lhe interessa as armas nucleares de ouros ditadores como o miúdo Kim e os clérigos iranianos de Alá. Putin quer ser dono das suas armas nucleares para usar eventualmente de acordo com os seus interesses e nunca sob as ordens de um puto herdeiro do poder totalitário ou de uns Ayatolas que nada significam para ninguém no Mundo e ambos seriam um perigo se usassem as suas armas nucleares para fins que não interessam aos russos. Putin não deve ter nenhum interesse que os iranianos destruam Israel ou que o Kim bombardei a Coreia do Sul. Ele nada quer desses dois pequenos países onde ninguém fala russo.
China dispara míssil ''destruidor de porta-aviões'' em águas disputadas no Mar do Sul
 
 
SICNOTICIAS.PT
China dispara míssil ''destruidor de porta-aviões'' em águas disputadas no Mar do Sul
Analistas consideram que o lançamento é uma ameaça para tornar Biden agressivo.
 

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por DD às 20:52

Sexta-feira, 28.08.20

Começo da II. Guerra Mundial

II. Guerra Mundial
 

 

 
O falecido Dr. Mário Soares foi muito atacado por comentadores comunistas porque o filho, João Soares, escreveu que a II. Guerra Mundial começou há cerca de 81 anos atrás com o apoio da URSS de Estaline, referindo-se ao tratado de não agressão e delimitação de esferas de influência assinado por Ribentrop e Molotov, ambos responsáveis pela política externa da URSS e da Alemanha Nazi.
 
A fúria de alguns militantes comunistas tem a ver com a sua ignorância da geografia de ambos os países e da suposição que pode haver uma geografia ideológica e uma inerente geostratégia também ideológica.
 
 
 
Não sendo assim, não há razão para um militante comunista se sentir ofendido porque Estaline não queria entrar em qualquer guerra e, nesse aspeto, seguiu uma linha de rumo iniciada por Lenine quando em 1917 assinou em Brest-Litovsk um cessar fogo e tratado de paz com a Alemanha imperial do Kaiser.
 
Para Lenine, a Paz era indispensável e imediata porque o povo russo não aguentava mais os milhões de mortos e a fome resultante da mobilização dos camponeses e trabalhadores rurais mais jovens para irem combater numa guerra sem qualquer necessidade. Em 1914, a Rússia do Czar entra na guerra contra a Alemanha do Kaiser aliada ao Império britânico e francês. No início, quando a Alemanha tentava derrotar rapidamente a França, deixando a fronteira oriental menos guarnecida, o exército russo invade a Alemanha e entra pela Prússia até Tanenberg onde sofreu uma derrota total, isto quando na frente francesa, os alemães já tinham falhado a conquista de Paris e as duas potências entrincheiraram os seu exércitos, criando uma guerra relativamente parada. Isso permitiu aos alemães deslocarem forças para o lado oriental e derrotarem em várias batalhas os russos até que ambos se entrincheiraram numa longa linha que ia do Mar Báltico até quase ao Mar Negro.
 
Estaline sabia disso, naturalmente, e não queria uma repetição, até porque desconhecia que a França ia soçobrar rapidamente depois de um ano de guerra parada denominada pelos franceses de “drole de Guerre” sem grandes batalhas ou invasões.
 
Nenhum comunista pode sentir-se ofendido por Estaline, por menos que se goste dele, não querer entrar numa gigantesca guerra, acabando por entrar porque o facínora germânico num ato de locura invadiu a URSS naquilo que designou de “operação Barbarossa” e produziu de imediato o auxílio gigantesco à URSS por parte do Reino Unido primeiro e dos EUA depois que ajudaram os soviéticos com tudo desde as botas aos caças rápidos e armamento pesado, máquinas ferramentas, comboios, muita comida, etc.
 
Em 1939, a URSS não estava ainda em condições de entrar numa guerra, mas Estaline cometeu erros estratégicos no seguimento do Tratado de Não Agressão com a Alemanha. Também invadiu a Polónia e as Repúblicas Bálticas e colocou as suas melhores tropas concentradas no pequeno território da Polónia Oriental e na fronteira russa anexa em vez de criar um distanciamento de 100 a 200 km para permitir organizar contraofensivas nas linhas de abastecimento das forças nazis e noutras. E devia desviar o vetor bélico alemão que se dirigia a Moscovo de modo a dispersar as suas tropas por várias frentes.
 
Tal como Lenine, Estaline e depois Maozedung era pacifista geográficos, isto é, governavam espaços geográficos de tal maneira grandes que não necessitavam de quaisquer territórios exteriores.
 
Em 1939, Moscovo era sede do maior estado do Mundo com 22,402 milhões de km2 e uns 250 milhões de habitantes, umas 2,5 vezes a área dos EUA e quase 55 vezes a da Alemanha. As fronteiras da URSS mediam 62.710 km. A sua principal linha de comboio herdada do czarismo prolongava-se por mais de 9 mil km, indo de Leningrado a Vladivostok no Mar do Japão.
 
Estaline pugnava pelo comunismo num só país em controvérsia com Leo Trotsky que defendia a revolução mundial, mas que acabou por ser morto pelo agente do NKVD de alcunha Mercader na cidade do México onde se tinha refugiado.
 
Esse pacifismo que eu designo por geográfico permaneceu até hoje e mantém-se com Putine e com os dirigentes chineses e americanos, apesar de muitos desentendimentos e da corrida aos armamentos, mas durante 75 anos ninguém ultrapassou verdadeiramente uma linha vermelha. Os americanos e russos não quiseram morrer por causa de um ditador barbudo em Cuba, não tendo passado a manobra cubana de um modo para os americanos retirarem os seus mísseis nucleares postados na Turquia e os soviéticos também desmontarem os mísseis que tinham colocado em Cuba. A ilha não valia uma guerra, como hoje a Ucrânia e a Crimeia não valem uma guerra, apesar de estarem lá uns chamados separatistas da região de Donetsk a travarem uma espécie de guerra inútil que só causa mortes e criou sanções à atual Federação Russa que já não tem a área da antiga URSS, mas Putin ainda controla 17,098 milhões de km2 ou quase o dobro da área dos EUA e conta com 150 milhões de súbditos obedientes.
 
As três grandes potências do mundo atual não necessitam de guerras e têm muito para fazerem nos seus territórios. Louçã escreveu que podia haver uma guerra naval entre a China e os EUA, mas a China não tem poder naval e aéreo suficiente e os EUA não possuem meios terrestres para fazer guerra a uma grande nação, nem as famílias dispõem de filhos suficiente para morrerem inutilmente numa guerra. Viu-se como os EUA nada conseguiram no Vietname numa guerra num país estreito e bastante pequeno, tando mobilizado muitos jovens que morreram inutilmente para impor um governo de direita num país que nada dizia a qualquer americano.
 
A China sempre quis voltar a ter a pequena ilha de Taiwan mais umas ilhotas perto da sua costa, mas dada área enorme da China com mais de 9 milhões de km2 e 1,4 mil milhões de habitantes, ninguém vê o que pode o povo chinês ganhar com uma guerra para conquistar a ilha e ainda menos pode ganhar algo com umas estranhas ilhas sintéticas para explorar petróleo do fundo do mar que se compra a preços cada vez mais baixos nos mercados mundiais.
 
A PAZ é hoje uma condição determinada pela geografia e por não haver muitos territórios para explorar e conquistar. O futuro está na criação da sustentabilidade do nosso Planeta e, eventualmente, na exploração espacial.

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por DD às 21:47

Sexta-feira, 22.05.20

Uma Guerra Viral será uma Fantasia?

Uma Guerra Viral Será uma Fantasia?

 

Muita gente defende a China quase como se fosse a sua pátria. Eu defendo Portugal e ataco todos os que prejudicam esta minha pátria de nascimento e opção tácita.

A história política é longa e mostra sempre que uma nação quando se torna muito grande e populosa não deixa de aproveitar essa vantagem que acontece sempre e em detrimento de outros, tal como a Espanha de Colombo, Portugal dos descobrimentos, França napoleónica, a Inglaterra do Império britânico, a Alemanha do Kaiser e do nazismo, etc. . Não foi por acaso que os vencedores de todas as grandes guerras foram sempre os mesmos, por mais forte que fosse o grande adversário. Os vencedores foram sempre os ALIADOS. Ao contrário do que acontece no mundo animal em que é raro juntarem-se muitos para se defender, apesar de também acontecer, nas sociedades humanas, o mais inteligente foi sempre a formação de alianças. Hoje, não se trata de guerras militares, mas de vencer um inimigo invisível, o coranavírus, que não se sabe bem como apareceu, mas que mata e até anula a operacionalidade de forças militares como aconteceu com o porta aviões francês Charles De Gaule e com o americano do mesmo tipo, o gigantesco Theodor Rosevelt que ficou em Guam com umas centenas de membros da guarnição de mais de cinco mil homens e mulheres infetados e o seu comandante demitido e, talvez, também contagiado. A revista "Défense et Sécurité Internationale" escreve que se criou um alvoroço para não dizer pânico nos estados maiores e governantes das forças de defesa militares e civis porque um vírus a um custo zero consegue tornar inoperacional unidades que custaram milhares de milhões de dólares. O T. Rosevelt navegava no mar das Filipinas entre as Filipinas e Guam, sendo prontamente substituído em termos de patrulha noutro sentido pelo porta-aviões chinês Lioning, cujo poder será de um quarto a um quinto do americano, o que deu azo a muitas opiniões sobre a eventual atuação da China na disseminação do vírus. A ideia de uma guerra sanitária pode não ser mais que uma pura fantasia, mas circula entre as chefias militares e responsáveis pela defesa. Na minha opinião os armamentos e forças militares custam fortunas, mas para quem observa a política sem ser profissional de algum ramo de atividade sabe que nas sociedade organizadas e, principalmente, nas democracias ocidentais nada é mais caro que o serviço universal e gratuito de saúde para todos os cidadãos como também um sistema global de segurança social e de educação para todas crianças e jovens. Para além disso, não se fala hoje em conflitos bélicos que medicamento que curte.entre nações com armas modernas será sempre um suicídio, mesmo que a arma nuclear não seja utilizada.

A ideia de uma guerra viral entrou na cabeça de toda a gente e os responsáveis procuram agora o respetivo antidota sob a forma de vacina ou 

medicamento que cure.

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por DD às 23:05

Sábado, 28.09.19

Tancos: Cronologia do "Crime"

 

 

 

 

Cronologia do Crime

Data desconhecida: PJ e MP são avisados que algo se prepara contra Tancos e não cumprem a sua OBRIGAÇÃO de informar os militares para reforçarem a defesa dos paióis e até apanhar os assaltantes em flagrante delito.

De acordo com o processo, a ideia de assaltar um paiol de Tancos tinha como objetivo furtar armas para vender à ETA, uma organização terrorista basca que não existe há vários anos, entregou as suas armas e viu muitos dos seus militantes presos serem amnistiados. Só magistrados muito estúpidos que não sabem ler jornais é que colocam isso no processo. Toda a gente acredita que uma parte do material roubado se destina ao grupo de terroristas incendiários que o MP e PJ não descobriram ou não querem descobrir, apesar de muita gente saber quem são.

Cronologia incompleta do Expresso

2017
28 de junho: Assalto ao paiol com roubo de importante material explosivo.

04 de julho: Joana Marques Vidal que se queixa de falta de pessoal tira com legalidade duvidosa a investigação da PJM para a colocar na PJ civil que luta com muita falta de pessoal.

04 de agosto: O coronel Vieira vai ao Ministério da Defesa pedir que o MD interceda para que a investigação volte aos militares porque tem um plano para uma operação de recuperação do material roubado. O Expresso e o MP designam de operação ilegal quando não há nada mais legal que recuperar explosivos perigosíssimos que nas mãos de incendiários homicidas em liberdade podem causar estragos e mortes importantes. A operação teria o apoio da GNR. Não ficou provado que a operação tenha sido pormenorizadamente descrita ao chefe de gabinete do MD.

18 e outubro: Os militares conseguiram recuperar uma grande parte das armas por via de uma confissão do eventual autor do furto, João Paulinho.

18 de outubro: Joana Marques Vidal liga ao MD, não para se congratular com a recuperação do material e identificação do principal assaltante, mas para se queixar de a PJM ter descoberto as armas e ameaçou fazer queixa do ministro por o material explosivo ter sido recuperado. Deve ser a primeira vez numa Justiça que uma Procuradora ameaça fazer queixa de militares de uma polícia judiciária por encontrarem material de guerra roubado. Nunca deve ter acontecido em Portugal como nem em qualquer país do Mundo. Nenhum Estado democrático ou ditatorial gosta de ver o seu material de guerra roubado e não deve haver nenhum Código Penal que penalize a sua recuperação.

20 de outubro: A PJM entrega ao Ministério da Defesa um memorando com o anúncio do resultado da operação secreta para recuperar o material de guerra roubado. Costa como bom patriota elogia a PJM.

2018

20 de setembro: O governo anuncia a não recondução de Joana Marques Vidal, o que era mais que óbvio porque se trata de uma procuradora que considera a recuperação de material de guerra suscetível de sustentar uma guerra terrorista interna como ILEGAL. Ela não percebeu que que a investigação também pode e foi feita internamente pelas chefias militares sem precisarem de um mandato do MP ou da PGR, até por ter sido um furriel a indicar que aquilo podia ser roubado.

25 de setembro: Joana vinga-se e consegue que o coronel Vieira seja preso, apesar de ter prestado um grande serviço à Pátria.

04 de outubro: MP vinga-se e manda para a Com. Social a primeira notícia a criminalizar a recuperação explosivos perigosos, classificando como encobrimento, palavra que não se coaduna com nada do que foi feito. Magistrados não conhecem bem a língua nacional.

10 de outubro: Negrão faz perguntas de merda a António Costa.

12 de outubro: Mentira do Expresso. Não interessa mais. Ministro demite-se para não ser obrigado a cheirar a merda.

Atualidade: A acusação do MP e PGR destina-se apenas a condenar a recuperação das armas sem investigar se elas se destinavam a uma espécie de MPLP de direita para incendiar ou fazer explodir objetivos estratégicos numa guerra terrorista como foi o bem planeado mega fogo que destruiu o Pinhal de Leiria e outras áreas florestais.

 

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por DD às 22:37

Sábado, 21.09.19

Ataque dos Drones Russos do Irão

 

O ataque em massa perpetrado por 18 ou mais drones de desenho e fabrico russo ou iraniano contra instalações petrolíferas sauditas pode ter causado vítimas, mas em custo não causou prejuízos dado que o petróleo bruto aumentou logo em 20%, pelo que proporciona uma receita imensamente superior ao custo dos estragos sofridos pelos sauditas.

Os drones que os Hutis dizem ter lançado são de modelo russo Samad 1,2 e 3 mais o Qasef 2.

Em termos dimensionais este foi o maior ataque perpetrado por material sem piloto e inaugura a guerra do futuro sem soldados, apenas com oficiais condutores de equipamento aéreo, terrestre ou submarino sem guarnições e, portanto, sem expor a vida dos combatentes atacantes.

Não é que não haja defesa contra drones. O exército português possui uma arma tipo caçadeira que dispara balas cartucheiros que espalham uma nuvem de esferas de aço capazes de atingir qualquer drone. Se forem disparadas por um pelotão de 33 homens ou companhia de 150, o céu pode ficar de tal maneira coberto de das referidas esferas que todos os drones serão atingidos e, como tal, destruídos ou desviados do seu objetivo.

Esse tipo de bala tipo caçadeira pode ser utilizado por artilharia ligeira de longo alcance depois do ataque ser detetado por radares. Além disso, a observação contínua por satélite permite identificar a origem do local de saída dos drones e responder com material idêntico ou mísseis a qualquer ataque.

Entramos agora num guerra armamentista em que a cada novo drone arranja-se uma defesa mais eficaz e a inteligência artificial pode ser utilizada em ambas as ações bem como as radiações laser capazes de desviar drones do seu curso programado.

Nas guerras, o primeiro ataque de surpresa é sempre muito eficaz, mas o segundo já não.


Os japoneses conseguiram afundar muitos navios em Pearl Harbour quando atacaram de surpresa porque os americanos não tinham montado um sistema de vigilância com patrulhas aéreas a grande distância das ilhas Hawai, a fim de advertirem os seus caças da presença de aviões atacantes.

Mas, quando foi do ataque a Midway, meses depois, os japoneses sofreram uma derrota tão pesada que se pode dizer que praticamente perderam num dia a guerra pois foram afundadosseus principais porta aviões.

 

 

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por DD às 16:28


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